sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Bola cheia!



Seguidamente, escrevo neste espaço que preciso de muito pouco para ser feliz. Um telefonema, um comentário escrito neste blog, um presentinho sem motivo que eu mesma me dou, um abraço caloroso, um beijo bem estalado, uma radiosa manhã ensolarada, a silhueta de pássaros em direção ao adormecer do sol, ou uma noite plena de lua. Até uma noite em que só brilham as estrelas ou uma noite de tempestade são motivos para me retirar da rotina e, com isso, aguçar o meu jeito gostoso de olhar a vida.

Ontem, depois de chegar em casa, já chegando a noite, abri este espaço e meu coração deu pulinhos. Atarefada e cheia de compromissos, não havia lido um encantador comentário sobre o último artigo escrito por mim e publicado em Zero Hora.

Foi o meu Anjo Número Dois (anjos são assim: incentivam, elogiam e chamam a atenção para as coisas boas), que me alertou sobre o comentário, que saiu na página 2, de ontem, 25 de agosto de 2011, no espaço SOBRE ARTIGOS DE ZH.

O que dizia o comentário de ZH?

Isto:

“Foram de extrema importância e competência os artigos do jornalista Vitor Bley de Moraes e da professora Arlete Gudolle Lopes publicados em Zero Hora de 13 de agosto. Eles expressaram o verdadeiro sentido do ser pai. O jornalista abordou os órfãos de pais vivos, e a professora o pai como”herói” e “bandido”, que na verdade em muita ocasiões agem assim.”

Assina: Claudiomar Freitas Vieira

Aposentado – Porto Alegre



Estou de “bola cheia” como se dizia quando eu era bem menininha.

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